Elaboração de projetos culturais, assessoria técnica em gestão pública, palestras, oficinas de teatro, palhaço e captação de recursos, elaboração de textos teatrais, direção teatral e muito mais.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Dia das Crianças

Estivemos de palhaços animando o dia das Crianças em momentos antecipados, sexta-feira, dia 08 de outubro, na Escola Municipal Julio Benedito, às 08h e no PETI, às 17h, na cidade de Messias Targino/RN.


Eu, Ryedson Oliveira e Robson Medeiros


Na Escola Júlio Benedito


Lindemberg Junior e eu no PETI


Eu, atacando de Espêto e Ryedson de Canelinha

Inauguração do Fórum Municipal

A Cia. Ciranduís (www.ciranduis.blogspot.com) apresentou o espetáculo "A Loja de Chapéus", na inauguração do Fórum Municipal Des. Olavo Fernandes Maia, que ocorreu dia 30 de setembro de 2010, às 11h, em Janduís/RN.


Antes da cena, testando a sala do réu

Boas vindas com o ator Josivan Rhuann

Cena do espetáculo
Atores de reversando no centro da sala de júri

III Mostra de Arte, Cultura Popular e Folclore

A III Mostra de Arte, Cultura Popular e Folclore, aconteceu entre os dias 13 e 16 de setembro de 2010, na Casa de Cultura Popular Vapor das Artes, com realização do PDA Carnaúba, em Janduís/RN.
Alguns registros de nossa participação.

O ator Elias Longim, fazendo quadro de humor comigo

Quadro "O Caveirão" com meus filhos: Libégan e Berg Jr.

Desenrolar do número circense
Eu e o artista José Carlos interpretando um bicho
Fim de noite Libégna e eu - pós apresentação

Tempo para escrita

Há quase um mês não escrevia nesse espaço virtual, pela correria dos trabalhos, o que na certa ocasionou uma falta de tempo para postagem, me detendo ao pensar, refletir e observar muita coisa durante esse curto espaço de tempo. Preferi twittar (@bergbezerra) foi mais prático e sem mais exigências de detalhes.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

A busca pelo ideal

Há pessoas da Administração Municipal que não entendem meus apelos à cultura local; não entendem porque procuram transformar as coisas em fatos politicamente indesejados. Ao contrário do que pregam nas salas fechadas e abafadas com ar-condicionados, tenho respeito por qualquer cidadão e por qualquer instancia do Poder.

Reconheço o trabalho que vem sendo feito na construção civil em Janduís e é entendível que é o papel de todo gestor, assim como acontecem em todas as cidades do Rio Grande do Norte. O que não dar pra esconder é a falta de gestão cultural no município.

Não busco cargo, até porque meus ideais não batem com a forma que Janduís é governado atualmente. Seria incoerência, participar do grupo do Flamengo se torço pelo São Paulo; e por incrível que pareça sou muito mais da palavra do que qualquer papel assinado. O valor do ser está na palavra.

Proponho ação igualitária para grupos, artistas, estudantes, seja qualquer classe ou seguimento da sociedade. Falo assim, porque eu sei o que é ter café e não ter almoço; ir dormir tomar um copo d’água e se dar por satisfeito.

Sei o que é entrar no ambiente de trabalho e ter que limpar quase todos os dias; e enquanto quem entra no ar condicionado reclama de pequenos ciscos que despontam nos birôs cheios de livros que só servem pra enaltecer o ego e a petulante vaidade.

Tudo isso, não me deixou desapontado nem me deixará. Não tenho como esconder minha história diante da burguesia; e para tanto, busco o ideal coletivo. Não sou guiado pelas minhas vontades próprias e sim pela decisão da coletividade.

Não temo cangaceiros ou cangaceiras que se vestem de serafins quando na verdade são anjos negros que tentam roubar as estrelas que despontam na imensidão da noite escura. “Janduís, Janduís, uma cidade tão pequena com problemas de um país” (Ray Lima).

Cultura de fato

Estamos participando da Gincana de Patú com representações dos grupos Ciranduís, Brincantes do Sertão, Ginga Faceira apoiados pelos alunos das escolas públicas, Santana Braga, Adriana Gomes e demais amigos.

Passamos pra final, numa seminal que seria contra Governador Dix-Sept Rosado e vamos estar na final, contra a cidade de Patú, terça (14) às 22h, na Praça Central. Fómos a Patú, graças ao carinho e respeito da prefeita de Messias Targino, Shirley Targino, que nos doou o ônibus escolar. Por W X O passamos pra final.

E agora, estamos correndo atrás de apoios, patrocínios, migalhas pra tentar ir a Patú, trazer um prêmio de um aparelho de DVD ou uma TV 29”. Até a Prefeitura de Patú está contribuindo com os artistas janduienses.

Pela nossa história, pela história dos que passaram na cultura já deveríamos ter como garantia e direito para tocar em frente nossa maior fonte de riqueza sempre viva. É uma questão de reconhecimento, respeito e gestão.

Escambo em Movimento

A cidade de Janduís esteve no XXVII Escambo Popular Livre de Rua e V Evento Cultural Novartes, entre 04 e 07 de setembro de 2010, na cidade de Lucrécia/RN, representada pelos grupos Ciranduís, Brincantes do Sertão e Ginga Faceira.

Tais grupos estão no Escambo por acreditarem na idéia e por entender que é um movimento legítimo, que resiste há quase 20 anos e que nasceu em Janduís, justamente pela necessidade social, cultural e educacional.

A Há pessoas da Administração Municipal são contra o Movimento Escambo, nem por isso, deveria existir retaliação entre o município e os grupos que participam do movimento, por uma questão de decência e impessoalidade na administração pública.

As questões políticas locais atingem em cheio o ego dos nossos algozes e por isso, os poderosos não conseguem separar uma coisa da outra. Agem como donos da verdade, tentando impedir ações legítimas da cultura local.

Só pra se ter uma idéia, a última reunião que tivemos entre artistas, grupos e administração municipal foi em 04 de agosto de 2009, às 16h, na Câmara Municipal. Ouvimos muita conversa afiada, Fundação de Cultura, Conselho, apoio ao movimento, democratização de ações. E ficamos mesmo somente na conversa.

A Cia. Ciranduís, grupo pelo qual faço parte, resiste ao Escambo e sobrevive em Janduís, por acreditar sempre no Poder Popular que se impulsionada na massa com liberdade, paz, autonomia e sem cabresto pra nos guiar.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Polêmica sem polêmica

A Secretária de Governo de Janduís, irmã do prefeito, procurou a Câmara Municipal para falar sobre assuntos da conta de luz da Casa de Cultura, a qual mandou desligar luzes da frente, para economizar energia.

Como a prefeitura pagava a conta de luz da casa de cultura, a Secretária de Governo mandou apagar as luzes da frente da casa, deixando apenas duas. Fato esse que não aconteceu porque eu não permiti. O assunto chegou à Câmara.

O vereador Fábio Dantas, em uma sessão citou que a prefeitura queria cortar as luzes, acredito que por hábito lingüístico, o que fez a Senhora se sentir ofendida e criar um fato, já que outros fatos já são bem mais relevantes.

A irmã do prefeito iria pra Câmara na última Sessão (terça, 24), mas, não apareceu. Mandou um comunicado de viajem. Segundo informações ela quer debater sobre a Casa. Estou esperando esse momento, se ela tiver coragem de debater cultura em Janduís, estou preparado.

Mesmo muito ocupado, tiro um tempinho pra falar sobre o que precisa ser falado. E garanto mais, nada tenho contra a madame que se utiliza de mágoas pessoais, cobro o que de fato não acontece. Estamos aí.

O que se passa em Janduís?

Uma dose de amor nos corações amargos
Seria muito importante para mudar muita coisa.

É crise pra todo lado, aperreio para outros
Educação em atraso, cultura sem atenção
Nossos heróis só em quadrinhos
Aqui falta compreensão.

Se o problema é gestão a culpa é do orgulho
Por que não procurar o povo, a quem deve explicações
Janduís caminha sem rumos, somente numa certeza
Mudanças virão, no peito, na raça e nos nossos corações.

Caminhada contra as drogas

Caminhada contra as drogas dia 23 de setembro de 2010, às 17h, em Frutuoso Gomes/RN. Estréia de meus filhos Libégna e Lindemberg Júnior, em fotos abaixo.

Líbégna e Lindemberg Júnior


Eu, Ubiraja e Diego


Palhaço Espeto, meu personage predileto



Combinando a cena


Heranças culturais

I Festival de viola de Janduís

Realização do I Festival de Viola de Janduís, sexta-feira (20), às 21h, em frente a Casa de Cultura Popular Vapor das Artes.


Antonio Silva e Chico Mota


Miro Pereira e Zé Oliveira


Zé Monteiro e Josival Viana


Chico Luzimar e Chico Neves


Entrega de prêmios por Simão de seu Tilene.

Tempo que passa

Em 25 de agosto de 1993, eu fazia minha primeira apresentação cultural, em uma comemoração ao Dia do Soldado, realizada pela Escola Municipal Professor Aluízio Gurgel, em Janduís.
Eu, ao meio vestido de soldado em 1993, primeira apresentação
Articulado pelo professor Josivan, saímos todos em cortejo pelas ruas da cidade e finalizamos ao lado da igreja de Santa Teresinha, com atividade apresentada às 09h. Depois de homenagear o dia do soldado, o delegado da cidade na época falou e agradeceu a escola.
Mestre Dadá (in memorian) Maria Célia, Clodoaldo, eu, Marcos Lima, Neto de Gatinha - 1996
Daquela data aos dias atuais não mais deixei de produzir cultura, de levar a bandeira mais forte da cidade. Cresci, multipliquei, aprendi. Vejo que está chegando a hora de partir pra outras experiências e vou levando comigo o sabor do dever cumprido.
Suel e eu - 1997
São 17 anos dedicados a arte e cultura. Anos de luta, quedas, sobrevivência. Lutando contra ignorância política, coronéis, passamos uma década de 90 conturbada e chegamos ao ano 2000 com o mesmo sofrimento.
Personagem Judas Iscariotes - A Paixão de Cristo - 1999
Apostamos as fichas em heróis de mentiras, fomos pras ruas brigar por direitos, lamentamos, reivindicamos. E quando olhamos, muitas conquistas pelo movimento, Governo Federal, Estadual. Mesmo assim, estamos na mesma luta por dias melhores na cultura local.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Respostas do Ponto Em Cena Ação

Estava lendo alguns blogs da cidade, quando resolvi acessar o blog do Grupo Filhos do Sol, e lá vi a matéria sobre o Ponto de Cultura Em Cena Ação, postada relatando sobre dúvidas que desconheço do presidente.

O presidente do grupo é membro da Associação Amigos da Casa, entidade que gerencia os recursos do Ponto de Cultura, Em Cena Ação, a qual não teve nenhuma contribuição no processo, mas que se utiliza do material assim como todos que procuram.

A matéria diz que o grupo desconhece do material do Ponto, uma vez que o presidente participou recentemente de uma reunião a qual foi apresentada uma pré-prestação de contas e deixado a disposição para quem quiser analisar as notas fiscais e outros documentos.

Há um conflito de gestão aí, onde a escrita diz de que o grupo do menino não sabe das informações: ou ele tem amnésia ou quer criar um fato para ver se alguém o enxerga, ao permitir o tipo de postagem desvirtuada e sem nexo.

Na certeza o contato que fez com quem repassou sobre taxas diferenciadas cobradas na bicicleta de som é um alguém que vive feito papagaio e muito mais desinformado. A bicicleta de som é pra servir e para isso temos um condutor artista, que orientamos gratificações, fazendo assim acontecer à sustentabilidade do mesmo e manutenções.

Tenho certeza que as perguntas elencadas já tenham sido respondidas ao presidente do grupo que colocou a matéria. Se há omissão de informações no seu grupo é uma outra história.E sobre material, por dois eventos o grupo que fala em taxa utilizou os microfones sem autorização para locação de seu som e nem por isso fomos esbravejar ou perguntar pra onde foi à taxa porque já sabemos.

É uma pena que se use um espaço onde poderia ser melhor aproveitado com coisas tão claras ao meu ver. Seria bem interessante que a “preocupação” apresentada fosse real ao invés de tentar criar fatos políticos a fim de monopolizar apoios.

Como presidente do Comitê Gestor, estou aberto a qualquer crítica, argumentos, discussões e convido o grupo a visitar a Casa de Cultura a saber mais sobre o projeto se tens tantas dúvidas. Moramos tão pertinho.

Se a provocação é séria vamos fazer um debate, que tal? Aí colocamos tudo como deve ser, e quem sabe o grupo não vem fazer parte da execução do projeto?! Agora se a provocação é política e orientada por terceiros, não temos tempo a perder! Queremos avançar! Podemos?

Lindemberg Bezerra,
Presidente da Associação Amigos da Casa de Cultura e Comitê Gestor.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Melhorar é preciso

Para melhorar o quadro da cultura janduiense é uma questão de coerência, Gestão e impessoalidade no que é público. Princípios esses utilizados anteriormente que não se vê mais nas terras de Nhanduí*.

O primeiro passo seria reunir o Conselho de Cultura e botar pra funcionar. Substituir possíveis membros que não tem interesse em discutir cultura. Depois organiza os grupos e artistas com propostas que possam ser cumpridas e apoiá-los, dando autonomia e oportunidade de voz e acato das decisões. Fazendo isso, começaríamos a ver quem realmente quer fazer pela cultura e quem ta a fim de ver a cultura como número em época Eleições.

Instalar a Fundação de Cultura botando um janduiense que não seja de nenhum grupo, ou que seja, mas que trabalhe com ética e responsabilidade e com autonomia sem precisar de passar por qualquer outra secretaria em suas decisões. Cria-se o Fundo de Cultura, estabelece um cronograma cultural da cidade com ações coletivas respeitando a particularidade de cada grupo e artista.

Analisando, temos equipamentos de ponta nos pontos de Cultura Semearte e Em Cena Ação, que jamais se viu antes em Janduís. Com isso, faríamos uma gestão em conjunto com a Casa de Cultura, Grupos, Projetos e Setores da Prefeitura. Daí, poderíamos ter um avanço significativo na cultura local.

Não sei se sonho demais, se minhas palavras são inexpressivas, se sou embusteiro. Cada um entende como quiser e tudo isso seria fácil de fazer, bastaria querer acreditar e somar forças. Sozinho se faz, mas o caminho é mais longo e os resultados mais insatisfatórios. Se ao menos tivessemos a oportunidade de nos reunirmos com os Gestores e discutir, já seria alguma coisa.

Podemos fazer isso???

*Índio Guerreiro que habitou nas Terras onde hoje é Janduís.

Isolamentos

Discutimos diariamente a postura de isolamento estabelecida pelo Poder Público Municipal sobre a Casa de Cultura de Janduís, em alguns setores da administração. Fato que vem se agravando a cada dia não só com a Casa, mas com outros setores organizados do município. Quem perde com isso é a cidade que vê seus artistas e grupos divididos em prol de uma causa que até aqui não vingou os frutos prometidos.

Lutamos pela Fundação de Cultura em 2008, reprovada pelos vereadores de oposição, que fizemos uma campanha de esclarecimentos a comunidade colocando até cartazes com fotos em murais e repartições públicas. Tudo junto e unidos buscando o mesmo caminho que seguiram novos rumos depois de um racha partidário descontado na classe artística.

Em 2009 a Fundação aprovada foi aprovada e ficamos esperançosos que haveria mudanças pra cultura local. Qual nada. Assim que colocamos nossos pensamentos em jornais e pregamos cópias nos murais, veio logo uma portaria proibindo o direito livre de pensar e expressar.

Continuamos do mesmo jeito sem fundação de cultura, sem política pública pra todos, benesses pra uns, pra outros retaliação, justiça, lei, portarias... Sem Conselho de Cultura funcionando, sem Fundo Municipal de Cultura, sem rumo, mas com direcionamentos próprios.